O ser humano, ao longo de toda a sua história, manteve certo medo, ou até mesmo receio pelas coisas diferentes do seu cotidiano. Sua análise quanto a estas coisas era baseado em seus conhecimentos não contestáveis, pois não haveria sentido acreditar em outras verdades se sua vida se manteve adequada e em um caminho retilíneo até tal diferença surgir.
O preconceito é a não aceitação, a discriminação o não permitir as diferenças com ações desrespeitosas e/ou excludentes.
Ambos são atos inseridos no intelecto do humano, pois para ele, mesmo que seja no seu subconsciente, pois o ser humano é sensível a mudança, ele nunca quer mudar para se adaptar, ele deseja que o mundo e os outros se adaptem a ele.
Ambos são atos inseridos no intelecto do humano, pois para ele, mesmo que seja no seu subconsciente, pois o ser humano é sensível a mudança, ele nunca quer mudar para se adaptar, ele deseja que o mundo e os outros se adaptem a ele.
Podemos até não saber distingui-los, mas durante a nossa vida quem nunca ouviu ou presenciou senas de preconceito ou discriminação, seja ela pela diferença cultural, religiosa, social, racial, pela opção sexual, entre outros, há sempre alguém que aponte o dedo e julgue o “diferente”, só que não nos cabe esse julgamento.
E eu sou, Baiana, Nordestina (com muito orgulho), Católica, classe média, parda (que nem existe essa cor) e heterossexual, apesar desses aspectos continuo sendo Carla e isso não me fez melhor nem pior que ninguém, apenas cabe a mim respeitar pessoas de outras culturas, de outras religiões,outras classes sociais, raças ou opção sexual.
E peço-lhes, apenas como mais uma cidadã que está cansada de ouvir ou assistia a casos violento e constrangedores que outras pessoas tem passado, que ao menos respeitem as diferenças, porque não é preciso ACEITAR, seguir o mesmo caminho ou se converter, mas é necessário RESPEITAR, porque pior do que não Respeitar é não se permitir a isto.

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