O mundo visualiza os jovens como futuros homens de ‘amanhã’, considerando-os como “a esperança de um futuro melhor”, mas essa esperança está sendo, aos poucos, rompida pelos problemas vivenciados na vida dos jovens. A diferença de uma geração para outra está na questão das escolhas.
A juventude do século XXI conta com a influência de um mundo capitalista, globalizado, em que, os jovens têm acesso ilimitado ao que quiserem. Um capitalismo que “rotularizou” o ser humano, tornando-o individualista, materialista e com pensamentos prontos.
A internet e a televisão, meios mais utilizados pelos adolescentes, são grande dos motivos de tal rebeldia e falta de personalidade. A mídia impõe o ser e a internet a confirma, fazendo apenas repetir estes comportamentos.
Na juventude do início do século XX, por exemplo, os meios de comunicação não eram tão evoluídos. A diversão dos jovens era manual e criativa, os jovens brincavam juntos, logo iam construindo idéias a partir da vivencia e criando metas e objetivos, conquistando independência financeira sem perder a essência dos seus costumes. Além disso, as escolhas dependiam da ideologia e moral de cada um, sem submeter-se a opinião da moda, do que é “cafona” ou “careta”.
Enfim, a sociedade passou por muitas mudanças de influência econômica, política e ideológica, normalizando ações fúteis e vulgares inibindo o ímpio e honroso. Para mudar isso se deve começar da base desta cadeia, os jovens, e é neste intuito que se concretizou o projeto, “Juventude do século XXI”.

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