A leitura tem como principal objetivo transmitir informações, seja elas em formas de histórias, textos, outdoors, revistas, jornais, etc. Além disso, ela se tornou, para alguns, um meio de entretenimento, busca pela amplitude dos conhecimentos ou informações e até mesmo para outros uma desnecessária perca de tempo. O que para muitos se passa despercebido é que a leitura, principalmente em termos políticos, faz dos seus discursos instrumentos de conquista. Quando ler-se, absorvem-se automaticamente as informações tratadas. Alguns preferem histórias de romances, aventuras, comedias, suspense, entre outros temas, porém aquele gozo passado do autor para o leitor desperta a sensação de poder e de acreditar que tudo pode ser de outra forma e assim criam-se seus sonhos e expectativas. Além dos que a busca com a intenção de ampliar seus conhecimentos, mantendo-se sempre informados nos reais acontecimentos. É deles que nasce o temor político, porque quanto mais cidadãos conscientes dos seus direitos houver, não haverá corrupção, exploração e/ou manipulação.
Para outros a leitura é vista como uma desnecessária perca de tempo e é deste pensamento que nasce a prostituta, o ladrão, o preço da comida, do aluguel, do sapato, do remédio, da má educação nas escolas públicas e acaba sendo também a sua condição como trabalhador, o submisso. Quando se acompanha os assuntos políticos, buscam-se mais informações, seja ela em leis ou com a própria sociedade e entra-se em um consenso comum é possível reivindicar seus direitos sabendo que o poder, o direito e o conhecimento não devem restringir-se para poucos.

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